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Pesquisa

Nossa Luta Contra o Alzheimer

Nossa Luta Contra o Alzheimer

Setembro é o mês mundial da doença de Alzheimer, uma tradição que começou em 2012 para chamar a atenção para essa doença cerebral devastadora. É fácil ficar desanimado com a doença de Alzheimer. No mundo todo, aproximadamente 44 milhões de pessoas têm Alzheimer ou uma demência relacionada, e se espera que esse número chegue a 131 milhões em 2050. Os medicamentos disponíveis para tratar o Alzheimer cuidam dos sintomas, mas a doença ainda não tem cura, o que é terrível para milhões de pacientes e pessoas que tem entes queridos com essa doença.  

Mas os pesquisadores de Alzheimer da Janssen continuam otimistas. Nossos cientistas e médicos, que estão trabalhando em novos tratamentos e até, talvez, em formas de prevenir a demência, avaliam seu trabalho em termos de progresso e não sob a dura ótica do sucesso ou do fracasso. Isso porque mesmo quando as experiências não funcionam como esperado, os conhecimentos adquiridos podem levar a avanços mais adiante. Dessa forma, apesar de até o momento não haver nenhum tratamento que altere ou cure a doença de Alzheimer, o progresso com a pesquisa nos dá esperança.

Aqui mostramos três:

Subvertendo o status quo:  Cientistas, médicos e advogados que participaram no verão passado da Conferência Internacional da Alzheimer’s Association, em Toronto, no Canadá, concordam que as coisas não estão funcionando do jeito que está. Eles defenderam mudanças na forma como é feita a pesquisa de Alzheimer; em vez de focar a pesquisa nas pessoas que já têm sintomas, eles concordaram que é necessário alcance massivo para abarcar pessoas que não têm sintomas de Alzheimer, mas cujos cérebros podem já ter as condições que conduzirão à demência.  O consenso generalizado entre a comunidade de pesquisa de Alzheimer levará a mais estudos de longo prazo em pessoas saudáveis com risco potencial de desenvolver Alzheimer. Isso é importante porque...

Retardar o declínio: Isso pode ser fundamental para acrescentar uma década ou mais de vida saudável para quem sofre de Alzheimer. Aqui está a explicação: Quando as pessoas mostram sinais de demência, isso significa geralmente que um acúmulo no cérebro de proteínas beta-amiloide e tau esteve destruindo neurônios por um período de entre 10 e 20 anos. Nesse ponto, um tempo precioso já foi perdido. Além disso, o diagnóstico do Alzheimer é caro é requer muitos exames cerebrais. Mas suponha que fosse possível desenvolver um teste de rastreio de baixo custo para que os médicos pudessem, em um exame médico anual, monitorar deteriorações cognitivas mesmo leves? Com pesquisa e novos medicamentos, os médicos podem ser capazes de tratar a demência precocemente e retardar a doença, dando às pessoas muitos mais anos de vida produtiva. Com o tratamento precoce e agressivo, talvez só uma porcentagem reduzida dos milhões de pessoas que estão em risco de Alzheimer desenvolvesse sintomas plenos.  

Essa esperança está moldando o apoio da Janssen a um recém-lançado teste clínico de quatro anos que irá acompanhar 500 pessoas cognitivamente normais entre 60 e 85 anos nas cidades de Londres e Edimburgo. Metade dessas pessoas já terá acúmulo precoce de amiloide no cérebro; o restante não terá níveis detectáveis da proteína. A esperança é que a experimentação leve a um teste simples que os médicos poderiam realizar em seus próprios consultórios, para que o diagnóstico não chegue tarde. Enquanto isso...

Progredindo agora:  A Janssen tomou medidas ousadas, juntamente com outras empresas, advogados e governos, para iniciar o processo de reformulação da forma como a pesquisa científica precoce de Alzheimer é feita. Parte deste trabalho envolve novos modelos financeiros para compartilhar os custos, no que é conhecido como o "espaço de investigação pré-competitiva", ou simplesmente para ajudar a compreender princípios científicos amplos sobre a doença ou compartilhar dados iniciais para evitar seguir o caminho errado, o mais rápido possível. A Janssen ajudou a fundar a EPAD (European Prevention of Alzheimer’s Dementia Consortium), ligada a European Innovative Medicines Initiative, que está sendo pioneira em uma abordagem nova e mais flexível dos testes clínicos de novos medicamentos para prevenir o Alzheimer. Usando concepções de teste "adaptáveis" ou flexíveis, os projetos da EPAD devem ajudar a produzir melhores resultados mais rapidamente e com menores custos.

A Janssen também está colaborando com a Global CEO Initiative on Alzheimer’s Disease’s GAP Project (Global Alzheimer’s Platform) no intuito de estabelecer uma plataforma pronta para teste, projetada para reduzir os ciclos de testes clínicos em dois anos ou mais e atingir maior eficiência e uniformidade em populações de teste. O projeto inclui o desenvolvimento de locais de testes clínicos certificados e uma prova de conceito adaptativa do mecanismo de teste. Esta plataforma vai fornecer provas de conceito e testes clínicos de confirmação eficientes e eficazes, e, em última análise, fornecer mais rapidamente terapias eficazes para pacientes ou pessoas em risco.   

Pesquisa Clínica em Andamento Quanto aos nossos próprios esforços, a Janssen tem um dos programas de pesquisa de Alzheimer mais fortes da indústria, com projetos focados nas causas básicas da doença, bem como nas formas de desacelerar - e talvez evitar - a progressão da doença. Nossos projetos incluem medicamentos orais, anticorpos ou medicamentos injetáveis e vacinas terapêuticas. Um projeto empolgante da Janssen é um estudo clínico de Fase Dois/Fase três de um medicamento experimental chamado inibidor BACE, que pode impedir o desenvolvimento e os depósitos de amiloide, um tipo de proteína, no cérebro.

Assim, enquanto este mês devemos homenagear e valorizar aqueles que sofrem de Alzheimer e fazer todo o possível para dar a eles a atenção integral que precisam agora, também temos de continuar a ter esperança no futuro. Isso significa trabalhar ainda mais duro para atingir a meta de reduzir a incidência do Alzheimer e, um dia, derrotar esta doença terrível através de mais colaboração, compartilhamento e formas mais inteligentes de fazer pesquisa clínica.

Luc Truyen, M.D., Ph.D.,

Robert Radinsky, M.D., Ph.D., é Vice President, External Affairs, Neuroscience, Janssen Research & Development, LLC

 

Roy Twyman, M.D.,

Roy Twyman, M.D., é Vice President e Head of Development, Alzheimer’s Disease, Janssen Research & Development, LLC.

 

Neuroscience

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Nerve fibers
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