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Mudar a história das pessoas está no nosso DNA

Mudar a história das pessoas está no nosso DNA

Em 2010, ninguém poderia imaginar o cenário de desafios e mudanças que viveríamos quando uma pandemia mundial mudasse a todas as atividades ligadas à rotina diária e ao trabalho. Naquela época, com 22 anos de idade, a engenheira química Josilene Mello entrava para o time de funcionários da Janssen e começava uma revolução na maneira como ela perceberia a o mundo. Ainda que a deficiência visual lhe dê apenas 27% da capacidade de enxergar e com apenas um dos olhos, nenhum obstáculo impediu seu desenvolvimento e crescimento profissional.

Da contratação ao atual regime de trabalho via home office foram 52 quilos eliminados, o nascimento de suas duas filhas gêmeas e uma série de transformações significativas em aspectos diferentes da vida, mas que sempre estiveram acompanhados do trabalho desenvolvido dentro da companhia, como assistente científica.

                                                                                        

O que permitiu esta revolução?

“A empresa foi se adaptando e mudando junto comigo, absorvendo as minhas limitações de maneira que eu pudesse atingir o meu melhor potencial. Eu sempre me senti incluída. E quando o mundo inteiro precisou mudar o dia a dia, a empresa me ajudou a mudar também”, explicou a engenheira.

Para Josilene, os gestores sempre estiveram atentos aos aspectos ligados à saúde dela e de sua família, de maneira que a segurança institucional e emocional foram sempre fatores que a impulsionaram em direção aos seus objetivos, fazendo com que pudesse atingir metas e ir se superando a cada ano vivido como funcionária da companhia.

Em março de 2020, logo no início do período de isolamento por conta do combate ao coronavírus, ela precisou passar por uma cirurgia e ficou afastada até o mês de abril. Baseada no laboratório do complexo Industrial da Johnson & Johnson em São José dos Campos, o maior da companhia no mundo, Josilene conta com mobiliário e monitor adaptados, que permitem leitura dos dados do seu computador e possibilitam a realização de suas atividades no dia a dia.

No retorno ao trabalho de maneira remota, Josilene recebeu em sua casa o suporte de infraestrutura que precisa: mobiliário, notebook e monitor especial adequados à sua necessidade de visão.

“Eu realmente senti a ansiedade do contexto que estamos vivendo e, sobretudo, planejava minha volta sem saber como eu viabilizaria minha rotina sem poder estar no site. E mais uma vez a resposta foi imediata e veio dos meus gestores, que acompanharam cada passo e ofereceram o que eu precisava para estar ativa e tranquila. Os recursos nunca me faltaram e eu me sinto extremamente orgulhosa de contribuir com a saúde de outras pessoas, porque é exatamente isso que fazemos aqui, diariamente”, finalizou.