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Sigo Positivamente

                                                                  
    
Há mais de 40 anos, o Brasil convive com o vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) e a Síndrome Imunodeficiência Adquirida (AIDS), que se manifesta após a infecção pelo HIV. Desde o primeiro caso, surgido na década de 1980, até agora, os pacientes lutam não apenas contra a doença, mas contra o preconceito. 

No início das infecções pelo vírus, o imaginário popular associou a AIDS a homossexuais, usuários de heroína, profissionais do sexo e hemofílicos. Essa falta de conhecimento sobre a doença já ficou para trás e hoje sabemos que a doença não escolhe cara, gênero, idade, etnia ou religião. Atualmente, em todo o mundo, mulheres representam o maior número de pessoas infectadas pelo vírus.

Mas por medo da discriminação, portadores de HIV ainda hoje possuem dificuldades em tornar público seus estados sorológicos. E, além de aumentar o peso que os pacientes carregam na sua jornada, o silêncio também pode fazer novas vítimas. 

Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 135 mil pessoas são portadores da doença, mas não sabem. Entre 1980 e 2019, foram detectados mais de 900 mil casos no País, desse total 766 mil foram diagnosticados, 594 mil fazem tratamento com antirretroviral e 554 mil não transmitem o HIV. Apenas em 2018, foram registradas 18.980 mortes no país por AIDS, de acordo com o SIM – Sistema de Informação sobre Mortalidade do governo brasileiro.

Uma pesquisa realizada pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV e Aids (UNAIDS), entre abril e agosto de 2019, com mais de 1,8 mil pessoas, em sete capitais brasileiras, constatou que 64,1% dos entrevistados já sofreram alguma forma de estigma ou discriminação, 41% desse total foi alvo de comentários discriminatórios da própria família. E ainda, 25,3% dos participantes sofreram assédio verbal e 19,6% perderam emprego e 6% foram vítimas de agressão física.

Para os especialistas, a discriminação é um dos grandes obstáculos para o início do tratamento e sua adesão no Brasil. Infelizmente, uma grande parte dos pacientes acaba abandonando o tratamento ao longo do tempo. A falta de apoio emocional de amigos, família e de médicos também está entre os principais motivos.

Saiba mais sobre a doença em:

UNAIDS - https://unaids.org.br/informacoes-basicas/

Ministério da Saúde - http://www.aids.gov.br/pt-br/publico-geral/o-que-e-hiv 


                                                                                               
 

#SIGOPOSITIVAMENTE. E VOCÊ?

Para descontruir estereótipos que prejudicam a vida de quem vive com a doença e para falar com pacientes em tratamento, a Janssen criou a campanha #sigopositivamente. Com ela, a companhia quer acolher milhares de brasileiros que vivem com HIV e incentivá-los a não abandonar sua saúde. A dar continuidade aos exames e tratamentos para que consigam reduzir manter sua carga viral indetectável.

Mas o que isso quer dizer? Quem vive com HIV e segue à risca o tratamento orientado pelo médico pode atingir uma quantidade tão baixa de vírus no corpo que nem aparece no exame de carga viral. É  quando dizemos que uma pessoa que tem o vírus está INDETECTÁVEL.

E olha só: enquanto a pessoa estiver indetectável, o vírus fica INTRANSMISSÍVEL. Por isso, tratamento também é prevenção.

Assim, quem tem HIV pode não transmitir o vírus para outras pessoas. É por isso que a adesão e a eficácia do tratamento são tão importantes. Só assim o vírus não cria resistência e não se multiplica. Tudo para interromper o ciclo do HIV.

A prevenção ainda é o melhor remédio contra a doença. Mas com adesão ao tratamento, orientação e acompanhamento médico, um paciente com a carga viral indetectável pode viver de maneira saudável e sem diferenças. A campanha #sigopositivamente mostra, por meio de histórias baseadas em relatos reais, que o diagnóstico não precisa ser uma sentença e que é possível seguir vivendo com saúde e atitude positiva.

Agora, faça como a Janssen, siga positivamente e abrace essa causa. Conheça as histórias inspiradoras que trouxemos para você conhecer pessoas que encontraram no tratamento um motivo para continuarem sonhando.

                                                        


                                                           
 

                                                                                                              

O que é prevenção combinada?

PRESERVATIVOS MASCULINO E FEMININO

As camisinhas são os métodos de prevenção mais conhecidos e eficientes. Além de proteger do HIV, evita outras infecções sexualmente transmissíveis. Os preservativos podem ser retirados gratuitamente nas unidades públicas de saúde da sua cidade.

PEP (PROFILAXIA PÓS-EXPOSIÇÃO)

É um tratamento de urgência utilizado após uma situação de risco. Deve ser administrado o mais rápido possível (no máximo em até 72 horas após a exposição) para impedir que o vírus se estabeleça no organismo. Se iniciado nas duas primeiras horas após a exposição, o tratamento com a PEP é altamente eficaz e deve ser continuado por 28 dias. A PEP pode ser solicitada gratuitamente em serviços de atendimento de emergência ou em Serviços de Atendimento Especializados (SAE).

PrEP (PROFILAXIA PRÉ-EXPOSIÇÃO)

É um medicamento antirretroviral utilizado por pessoas que não têm HIV antes de se exporem a uma situação de elevado risco de contágio. A PrEP impede que o HIV se estabeleça no organismo, uma vez que seu princípio ativo estará circulando no sangue no momento do contato com o vírus. Disponível no SUS, a PrEP é um medicamento e deve ser utilizado conforme prescrição médica.

E LEMBRE-SE: de tempos em tempos, faça a testagem para o HIV. Com o exame, é possível conhecer seu estado sorológico e adotar medidas de tratamento se a doença for diagnosticada. O diagnóstico pode ser feito gratuitamente pelo SUS, por ONGs especializadas em HIV, laboratórios particulares ou por meio de testes rápidos (agora também vendidos em farmácias). Saber é o primeiro passo para um tratamento adequado, com qualidade de vida e para levar uma vida plena. Quebrar o ciclo do HIV é papel de cada um de nós.