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Conheça os pacientes que transformaram a psoríase em algo do passado

Conheça os pacientes que transformaram a psoríase em algo do passado 

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Gisleine Silva 

“Não desista, a gente merece ser feliz”

Gisleine Silva, 48 anos, teve seus primeiros sintomas da psoríase aos 14 anos, com lesões no couro cabeludo, mas o diagnóstico foi de dermatite e alergias. A doença evoluiu. “A gente sofre bastante, porque descama, machuca e sangra”, relata. O quadro também afetou sua forma de encarar a vida e sua autoestima: “você não quer nem se olhar no espelho. Não quer se cuidar, quer se cobrir”. Mais de 10 anos depois, um outro médico a diagnosticou corretamente e, com um tratamento moderno e adequado, em poucos meses as lesões já não eram mais visíveis. Essa melhora trouxe mudanças em seu estilo de vida: “agora posso colocar uma bermuda, uma camiseta, uma regata, me sinto confiante, bonita. Me sinto bem”. Apesar das dificuldades, não desistir de encontrar uma solução foi crucial para Gisleine, que aconselha todos a fazerem o mesmo: “se informe, pesquise, converse com outras pessoas, procure outros médicos. Não desista, a gente merece ser feliz, merece se sentir bem. É muito importante ter uma qualidade de vida melhor.”