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O sonho de ser pai

O sonho de ser pai
Conheça a jornada de amor que levou o nosso Gerente de Marketing, Fernando Martins, a realizar o sonho de ser pai.

Fernando tinha o sonho de ser pai. Ele e seu marido, Claudio. “Quando você é gay, cresce acreditando que não vai ser pai. Mesmo assim, esse era um sonho que eu e meu marido, Claudio, com quem estou há 13 anos, cultivávamos”, conta Fernando.

Até que, após assistir a uma reportagem na TV sobre gestação por substituição no exterior, eles perceberam que essa seria uma opção para conquistarem a paternidade.

“Sabíamos que não seria uma caminhada fácil. Além de ser um procedimento caro, precisaria ser feito em outro país e teríamos que economizar e planejar cada detalhe, seguindo todos os requisitos legais. Assim, em 2014, iniciamos uma jornada de muito foco e pesquisa para entendermos as regras sobre a prática nos Estados Unidos, local que escolhemos para ter os nossos filhos”, prossegue Fernando.

Três anos após terem tomado a decisão, eles encontraram uma mulher de 24 anos disposta a aceitar o desafio. Eles conversaram com ela por Skype e, mesmo à distância, gostaram da jovem e resolveram não adiar mais a longa espera.

“No ano passado fizemos a transferência de dois embriões para início da gestação. Nessa fase, ficamos com muito receio de que apenas um vingasse”, continua Fernando.

No entanto, os dois embriões deram certo e, além de realizarem o sonho de ter uma família, eles estavam esperando gêmeos.

Começaram então os preparativos de quarto, do enxoval, além da viagem internacional, que na volta, contaria com dois novos integrantes: os recém-nascidos. Eles acompanharam todas as fases do desenvolvimento dos gêmeos ainda na barriga, via Skype.

“Estava tudo muito tranquilo, até que, durante a 34ª semana de gestação – por volta do oitavo mês, recebemos a notícia de que a jovem estava começando a ter dilatação, e isso nos deixou preocupados”, conta Fernando.

Então, ele pediu para trabalhar remotamente dos Estados Unidos e foi ficar perto da gestante e dos meninos. Na semana seguinte, ela realmente entrou em trabalho de parto.

“Liguei para o Claudio e avisei: Vem, eles estão chegando!”.

O voo do Claudio foi via Atlanta e demorou, mas parecia que os meninos sabiam que faltava alguém muito importante chegar. Eles nasceram apenas 40 minutos depois que o Claudio pisou no hospital! E, apesar de prematuros, nasceram saudáveis: o Lucas com 2,5 kg e o Gabriel com 3 kg.

“Eles estavam tão bem que ficaram apenas um dia na UTI e depois de um mês já estávamos prontos para voltar com eles para o Brasil. Essa foi a parte que mais correspondeu ao verdadeiro espírito de uma aventura: 16 horas de voo, 14 malas e dois bebês. Realmente, uma logística complexa (risos)”, conta Fernando.

“Estamos muito felizes e aproveitando cada momento juntos. O mais incrível foi contar com a Janssen, que me apoiou em todos os momentos e deu um presente inesperado: uma licença parental de 180 dias! Nunca imaginei que uma empresa fosse me oferecer isso. Meu marido, que é cirurgião, só conseguiu 20 dias. Por isso, sou muito grato à companhia por todo o suporte e carinho que recebi para a realização desse grande sonho”, conclui Fernando.

 “Com duas crianças, a vida virou de ponta-cabeça, no melhor dos sentidos! E o apoio da Janssen foi indispensável. Serei eternamente grato à empresa por ter entendido que nosso núcleo familiar tem as mesmas necessidades de qualquer outro e por nos ter dado segurança e apoio, que foram fundamentais para que pudéssemos enfrentar todas as fases (e as fortes emoções!) dessa gestação”, conta Claudio, marido de Fernando.

Licença-paternidade na Janssen

A licença-paternidade estendida foi implementada pela Johnson & Johnson Brasil em maio de 2017 para todos os funcionários da empresa, abrangendo escritórios e fábrica. Desde essa data, os pais adotivos ou biológicos, incluindo as relações homoafetivas, os funcionários da J&J no Brasil passaram a ter direito a 40 dias úteis de licença ou 56 dias corridos. O objetivo é dar mais tempo para o fortalecimento dos laços da nova família que nasce a partir da chegada de um novo membro.

Entre as unidades da J&J no mundo, a operação brasileira foi a pioneira na adoção dessa política, que havia sido inicialmente implantada na matriz norte-americana em 2015. Atualmente, a licença é uma realidade em todos os países onde a empresa está presente. A Johnson & Johnson também foi uma das primeiras empresas a tomar essa iniciativa no Brasil.