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Combata A Dor

 
Combata a dor: enfrente a espondilite
anquilosante e conquiste mais movimento
 
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Já imaginou ser jovem, estar no auge da vida produtiva e, todos os dias, acordar com fortes dores na costas e articulações? Essa é a rotina de quem vive com espondilite anquilosante (EA), uma doença autoimune inflamatória e crônica¹. Chegar ao diagnóstico correto é, muitas vezes, um desafio, já que os seus sintomas iniciais costumam ser confundidos com os de outras condições.

Para levar mais informação à sociedade e auxiliar no diagnóstico de quem tem a doença e não sabe, lançamos a campanha “Combata a dor: enfrente a espondilite anquilosante”. Durante todo o mês de maio, para marcar o Dia Mundial da Atenção à Espondilite Anquilosante (07/05), vamos difundir conhecimento e informações valiosas para ajudar nossos “combatentes” a vencer as dores que limitam seus movimentos.

Participe da campanha e torne-se um combatente da dor!

No dia 13 de maio, levaremos conhecimento e diversão a quem estiver na Av. Paulista, em São Paulo. Vamos transformar toda a parede de um prédio, em uma das principais avenidas do país, em uma tela gamer para todos que quiserem jogar uma partida que desvenda a jornada do paciente de espondilite anquilosante. Lá, teremos a presença de um streamer de games e um médico reumatologista, que tirará todas as dúvidas sobre a doença!
 
   
 

Esperamos por você!

Mas enquanto não chega a sua vez de jogar, se abasteça de conhecimento para dar um
 
 
 
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Fase 1
Identificando a dor

As pessoas mais atingidas pela espondilite anquilosante são homens de 20 a 40 anos. Os primeiros sintomas podem surgir no final da adolescência e início da vida adulta, entre 17 e 35 anos. Apesar de ser de 4 a 5 vezes mais frequente em homens, também pode afetar mulheres na mesma faixa etária².

Entre os principais sintomas, estão as dores que se agravam em repouso e melhoram com exercícios². Inicialmente, os incômodos costumam aparecer na região das nádegas, se espalhando pela parte de trás das coxas e pela lombar, além de persistirem por mais de três meses¹. É comum que as dores se manifestem durante a noite e início da manhã, podendo até acordar a pessoa quando o corpo está mais relaxado, e causem uma sensação de enrijecimento na coluna, afetando muito sua mobilidade.

Deu check em tudo? Então, vamos para a próxima fase.

 

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Fase 2
Buscando ajuda

A jornada até o especialista adequado costuma ser longa e desafiadora. De início, a dor provocada pela doença pode ser confundida com os sintomas de outras patologias, por isso, é comum que as pessoas busquem por ortopedistas. No entanto, para dor nas articulações e demais sintomas típicos da doença, é recomendado procurar por um reumatologista. Isso mesmo: o profissional muitas vezes tido como “médico de reumatismo” ou “médico de idoso” é, na verdade, o mais adequado para tratar problemas inflamatórios, de natureza crônica e das articulações, caso da espondilite anquilosante.

É muito importante que o paciente dê atenção às suas dores e busque ajuda médica ao perceber que os sintomas estão “fora do normal”. Quanto mais cedo for o diagnóstico correto, melhor será o resultado do tratamento.

Vamos seguir?

 

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Fase 3
Tratamento

Após o diagnóstico com o reumatologista, é hora de iniciar o tratamento adequado para a espondilite anquilosante. Por se tratar de uma doença autoimune, crônica e sem cura, o tratamento deve ser feito durante toda a vida, muitas vezes em conjunto com outros profissionais, para preservar os movimentos e a qualidade de vida do paciente¹.

No tratamento, além de medicamentos anti-inflamatórios, são recomendados exercícios físicos, com acompanhamento de um fisioterapeuta, para prevenir deformidades e fortalecer os músculos. Seguir cuidando da saúde de forma contínua, aderindo ao tratamento conforma a recomendação médica, é fundamental para os pacientes de espondilite anquilosante!

Com os cuidados adequados, é possível chegar ao fim dessa jornada com sucesso!

 

O outro lado da espondilite anquilosante

Você viu que, quando diagnosticada precocemente e acompanhada de perto por reumatologistas e outros profissionais de saúde, a espondilite anquilosante pode ser tratada de maneira adequada e o paciente pode ter sim qualidade de vida. Mas, por qualquer que seja o motivo, esse acompanhamento não é realizado com êxito, uma condição sistêmica da doença pode surgir.
 
Além das dores nas articulações sacroilíacas, a doença pode atingir as articulações dos ombros, joelhos, tornozelos e pés com sintomas bem similares. Com a progressão da doença, outros órgãos e tecidos podem ser atingidos, como os ossos do calcanhar e bacia; olhos; pele (por meio de psoríase); intestino (com colite e inflamações); coração, pulmão e sistema nervoso central, de forma rara¹.
 
 
 
 
 
Essas são as principais fases da jornada de quem vive com espondilite anquilosante. Que tal nos ajudar a compartilhar conhecimento e informação sobre o tema? Vamos, juntos, manter o movimento! E, se desconfia que pode ter espondilite anquilosante, consulte um reumatologista.
 
 
 
 
 
 

Tire suas dúvidas: perguntas e respostas sobre espondilite anquilosante

1. O que é espondilite anquilosante

    A espondilite anquilosante é um tipo de reumatismo que causa inflamação, principalmente, nas articulações sacroilíacas (quadril e nádegas), coluna e articulações periféricas, como tornozelos, pés e joelhos.

     

    2. Quais são os principais sintomas da espondilite anquilosante?

      Entre os principais sintomas de espondilite anquilosante, estão: dores que iniciam de modo lento na região das nádegas, se espalham pela parte de trás das coxas e pela inferior da coluna, como a lombar. Normalmente, são sentidas após longos períodos de repouso e melhoram com a prática de exercícios2. São persistentes, ou seja, a pessoa sente a dor por mais de 3 meses.

       

      3. Quais são as causas da espondilite anquilosante?

        As causas da espondilite anquilosante são desconhecidas, mas sabe-se que ela ocorre quando o sistema imunológico começa a atacar suas articulações, a classificando como uma doença autoimune e sem cura1. Além disso, filhos de pais com EA têm maior probabilidade de desenvolver a doença no futuro².

         

        4. Apenas homens têm espondilite anquilosante?

          Não. Apesar de ser de 4 a 5 vezes mais frequente em homens, entre 20 e 40 anos, e apresentar os primeiros sintomas dos 17 aos 35 anos, ela também atinge mulheres².

           

          5. Qual médico devo procurar ao sentir os sintomas da espondilite anquilosante?

            Por ser uma doença que acomete as articulações, o recomendado é procurar um reumatologista.

             

            6. Qual é a diferença entre o reumatologista e o ortopedista?

              O médico ortopedista trata, sobretudo, de doenças relacionadas aos ossos, além de fraturas, luxações, entorses e outras lesões. Muitas vezes, essas lesões são resultado de um trauma físico e podem requerer intervenções cirúrgicas. Já o reumatologista cuida dos problemas inflamatórios das articulações e ossos que, em geral, são de natureza crônica e persistem por longos períodos e diferentes doenças imunomediadas, ou seja, autoimunes, que fazem parte desse grupo, como a espondilite anquilosante.

               

              7. Espondilite anquilosante tem tratamento?

                O tratamento tem como base os anti-inflamatórios e também drogas modificadoras de doença sintéticos ou biológicos. Após análise e diagnóstico, o reumatologista será capaz de prescrever o melhor tratamento para o paciente.

                 

                8. Como aliviar as dores da espondilite anquilosante?

                  Para aliviar as dores, é recomendado que o paciente siga corretamente o tratamento proposto pelo reumatologista e faça exercícios físicos e posturais com frequência².

                   

                  9. A espondilite anquilosante é uma doença de idosos?

                    Não. Apesar de ser uma doença reumática, ela atinge, sobretudo, os jovens entre 20 e 40 anos. Os primeiros sintomas podem aparecer no final da adolescência e início da vida adulta, entre 17 e 35 anos².

                     

                    10. A espondilite anquilosante pode afetar outros órgãos?

                      Sim. Em casos mais graves da doença, ela pode afetar outros órgãos e tecidos, como: ossos, olhos, coração, pulmão, sistema nervoso central, pele e intestino¹.

                       

                       

                       

                      Referências

                      1. MONTENEGRO, Helder. ESPONDILITE ANQUILOSANTE: O QUE É? TRATAMENTO, TEM CURA? ITC Vertebral, 12 jul. 2018. Disponível em: https://www.itcvertebral.com.br/espondilite-anquilosante-o-que-e-tratame.... Acesso em: 19 abr. 2022

                      2. https://www.reumatologia.org.br/doencas-reumaticas/espondiloartrites/

                       

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